Uma nova abordagem na medicina regenerativa do cabelo

A queda de cabelo é uma preocupação comum, mas nem todos os casos são iguais. Por isso, a medicina capilar tem evoluído para abordagens cada vez mais personalizadas, que procuram não só tratar a perda de cabelo, mas também preservar e melhorar a qualidade dos folículos existentes.
Uma das técnicas que tem despertado interesse é o PRF (Plasma Rico em Fibrina).
O PRF é obtido através de uma pequena colheita de sangue do próprio paciente. Depois de processado, é criado um concentrado que contém uma matriz de fibrina, plaquetas e outros componentes celulares envolvidos nos mecanismos naturais de reparação dos tecidos.
A principal característica do PRF está na sua matriz de fibrina. Esta estrutura pode funcionar como suporte para a libertação gradual de determinados fatores presentes no concentrado. É esta característica que tem levado ao estudo do PRF em diferentes áreas da medicina regenerativa, incluindo a saúde capilar.
Na Clínica LHR, na Avenida da Liberdade, esta abordagem passa a integrar as opções disponíveis na área de Medicina Capilar, sempre após avaliação médica.
PRF e PRP são a mesma coisa?
Não.
Embora ambos sejam obtidos a partir do sangue do paciente, o PRF e o PRP (Plasma Rico em Plaquetas) apresentam diferenças na preparação e na composição final.
O PRP é essencialmente um concentrado líquido rico em plaquetas. Já o PRF forma uma matriz de fibrina que incorpora diferentes componentes celulares.Na prática, são duas abordagens diferentes dentro da medicina regenerativa
O PRF tem sido estudado como tratamento complementar em determinados casos de queda de cabelo, incluindo a alopecia androgenética. O objetivo é criar um ambiente favorável aos processos naturais de regeneração e reparação do couro cabeludo e dos tecidos associados ao folículo capilar.
Cada caso de queda de cabelo pode ter uma origem diferente. Fatores genéticos, hormonais, idade, stress, alterações nutricionais ou determinadas condições médicas podem influenciar a saúde capilar.
Para o Dr. Augusto Guerreiro, Diretor Clínico da Clínica LHR, a introdução de novas técnicas deve estar sempre associada a uma avaliação individual.





