Autor: Avenida Liberdade Admin

  • Maria João Bahia a criadora dos Globos de Ouro

    Maria João Bahia a criadora dos Globos de Ouro

    Maria João Bahia a criadora dos Globos de Ouro

    Foi em 1996 que a Designer Maria João Bahia desenhou e apresentou o primeiro Globo de Ouro da SIC e SIC/Caras. Desde então a Designer ficou com a responsabilidade de conceber os troféus.

    O desafio era criar um objeto que honrasse o nosso passado histórico e que homenageia todos os anos, personalidades que se tivessem destacado no nosso país, na Cultura, Literatura, Música, Teatro, Televisão, Desporto, Entretenimento, etc.

    “Foi um projeto que me honrou fazer, muito ambicioso, pois criar um troféu para homenagear o que de melhor existe em Portugal era uma enorme responsabilidade”, recorda Maria João Bahia.

    Os elementos históricos que serviram de inspiração, foi o padrão dos descobrimentos e a esfera armilar, que representam momentos heroicos da história de Portugal.

    Ao longo dos anos, os Globos evoluíram, não na sua essência, mas na sua dimensão. Continuam a ser elaborados da mesma forma artesanal, tendo agora o dobro do tamanho e peso. Todos os troféus são banhados a ouro.

    “Este ano comemoramos 25 anos de grandes momentos históricos no mundo da cultura da arte. É uma data especial para todos nós. Que honra, para cada artista, ter o seu trabalho reconhecido no fim de um árduo ano. Que gratificante é saber que o mundo nos aprecia, nos vê, que fazemos a diferença na vida dos outros. Parabéns SIC por continuar a premiar e a valorizar o que de melhor se faz em Portugal. É para mim, uma honra fazer parte deste projeto” – Maria João Bahia.

     

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  • O Hotel Britania e o glamour dos anos 50

    O Hotel Britania e o glamour dos anos 50

     O Hotel Britania e o glamour dos anos 50

    Palco de grandes festas e acontecimentos de carácter social e mundano, de conspirações e excentricidades

    O hotel, projetado pelo arquiteto Cassiano Branco, inaugurou com pompa e circunstância, tendo mantido ao longo de várias décadas vivências que juntaram várias figuras de proa da sociedade. Ainda hoje as suas salas comuns, mantêm a memória deste hotel reconhecido pelo seu serviço impecável e prestígio nacional e internacional, sendo frequentado pela alta sociedade, políticos e intelectuais.  Palco de grandes festas e acontecimentos de carácter social e mundano, de conspirações, excentricidades e escândalos, no Hotel do Império ficaram célebres os campeonatos de bridge e as ceias faustosas servidas nos terraços do hotel, onde se viam documentários da Guerra, se dançava e jogava clandestinamente à roleta até de madrugada.

    Eram clientes e frequentadores, entre muitos, Manuel Fontes Pereira de Melo e sua mulher Rita, Tomás Ribas, Francisco de Sousa Tavares, Sofia de Mello Breyner, Conde da Covilhã, Conde da Lousã, ou o magnata Patiño. Também o ator Omar Shariff, amante do bridge, terá jogado no Hotel do Império.

    Casada desde 1950 com Alfredo Machado, gerente do hotel, Natália Correia e os seus amigos eram presença assídua. A partir de 1953, o casal passou a residir no 5º andar do nº. 52 da mesma rua, que se celebrizou como centro de tertúlia literária, mas também pelas não menos célebres ceias aí servidas, vindas do Império, do outro lado da rua.  Anos mais tarde, e segundo testemunho de Dórdio Leal Guimarães, Natália Correia isolou‐se no hotel para escrever a peça «O Encoberto», proibida na altura pela censura.

    Cenário de conspirações políticas, o hotel assistiu a reuniões secretas com o General Humberto Delgado, onde estiveram presentes Natália Correia e muitos outros apoiantes, nos meses que antecederam as eleições de 58.

    Mais recentemente, eram clientes habituais do bar do hotel os escritores e jornalistas Assis Pacheco, Cardoso Pires, Batista Bastos, Joaquim Letria e o ator Raul Solnado. O poeta brasileiro Vinícius de Moraes hospedou‐se aqui quando veio a Portugal para participar no programa Zip Zip, assim como muitas outras personalidades públicas entre as quais Vera Lagoa e o Almirante Pinheiro de Azevedo após as eleições de 76.

    Respeitar o edifício e manter vivas as memórias deste hotel tão singular tem sido uma linha orientadora do Hotel Britânia que a todos acolhe há 77 anos no coração de Lisboa.

     

    Fotografias: O Século, Fundação Calouste Gulbenkian

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  • Compras Tax Free rápidas e simples na Avenida da Liberdade com o Planet

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  • Finangeste

    Finangeste

  • Teatro Tivoli BBVA, um teatro de sonho em plena avenida

    Teatro Tivoli BBVA, um teatro de sonho em plena avenida

    Teatro Tivoli BBVA um teatro de sonho em plena avenida

    Arquiteto Raúl Lino desenhou o Cineteatro em estilo Neoclássico

    Frederico de Lima Mayer, importante empresário português no início do século XX, era um homem muito culto e viajado. Apreciador da Sétima Arte, o cinema, que na época começava a ganhar lugar nos interesses das pessoas, quis construir um cinema em plena Avenida da Liberdade.

    Influenciado pela cultura europeia da época, convidou Raúl Lino, um dos mais célebres e premiados arquitetos de então, para o desenhar em estilo Neoclássico, à semelhança dos grandes edifícios de Paris, onde se destaca a fachada ricamente trabalhada, de linhas e formas de grande personalidade arquitetónica.

    Foi com quatro rosas que o apresentou à sociedade lisboeta e ao mundo no dia 30 de Novembro de 1924. Foram quatro rosas, uma por cada filha: Ana, Rita, Helena e Maria. As quatro compunham – e compõem, até hoje – o bouquet que é o símbolo do Cineteatro Tivoli.

    Para a estreia, que foi de gala, foi escolhido o filme Violetas Imperiais, ainda a preto e branco e mudo.

    São várias as teorias sobre o nome TIVOLI mas a mais provável é a ligação à localidade Tivoli nos arredores de Roma onde, no século XVI, foram construídos os exuberantes jardins e palácio da Villa d’Este. Deste então, o nome Tivoli foi atribuído a inúmeros jardins e lugares nobres e, no limiar do século XX, o nome chegou às salas de espetáculos um pouco por toda a Europa.  Ao longo dos tempos, Tivoli tornou-se sinónimo de pequeno paraíso, símbolo do luxo, de beleza e também de entretenimento – em suma, de sonho.

    Desde a sua inauguração, o CINE-TEATRO TIVOLI foi um fenómeno de popularidade, especialmente entre as classes mais abastadas. O espaço acrescentou à Avenida da Liberdade – herdeira do ancestral Passeio Público – a aura glamorosa de um boulevard parisiense, um lugar social de excelência e belo.

    A programação moderna e de vanguarda e a excelência tecnológica – o cinema sonoro chegou logo em 1930 – contribuíram para tornar o Tivoli num dos locais preferidos do público português e em especial alta sociedade lisboeta que, até então, considerava de mau gosto ir ao cinema.

    Cada noite de estreia era um acontecimento na cidade e o Salão de Chá, chamado Salão Nobre,  era o sítio onde a elite lisboeta se encontrava durante a tarde, comemorava o carnaval e desfilava as melhores toilettes nas glamourosas e concorridas festas de fim-de-ano.

    Qualquer motivo servia de pretexto para a nata da sociedade se encontrar no Tivoli, e muitos negócios se desenvolveram e foram fechados aqui.

    Após a reabertura em 2012, já sob a gestão da UAU, estabeleceu-se uma parceria com o JNCQUOI, que mantém o espaço desde 2017. Sempre nobre, não acolhe apenas portugueses mas cada vez mais clientes internacionais.

    Por amor à arte desde o cinema mudo

    O filme de estreia a 30 de Novembro de 1924, foi Violetas Imperiais, de Henri Rousell e Raquel Meller. Na altura, o cinema era mudo, pelo que a exibição foi acompanhada por um sexteto de cordas regido pelo violinista Nicolino Milano. No ano seguinte, em 1925, o teatro ganhou protagonismo com a fundação da Companhia Teatro Novo, dirigida por António Ferro. Neste mesmo ano, dá-se a primeira apresentação de um filme português, Os Olhos da Alma, de Virgínia de Castro e Almeida de Roger Lion.

    Ao longo da década de 30 houve necessidade de adquirir equipamento sonoro e a 5 de Novembro de 1930 estreou o primeiro filme com som, A Parada do Amor, com Maurice Chavalier e Joanette Mac Donald. Em 1934 estreia o primeiro filme sonoro português, Gado Bravo, de António Lopes Ribeiro. As bodas de prata festejam-se em 1949, com um espectáculo que juntou os Bailados Portugueses, o Fado de Amália Rodrigues (onde estreou o tema O Fado de Eugénia Câmara, com música de Raúl Ferrão e letra de Pereira Coelho) e a Orquestra Tavares Belo.

    Na década de 50 o Teatro teve necessidade de obras de melhoramento e renovação de algumas zonas,  como o alargamento da boca de cena, a cabine de projecção de cinema e a cave. De novo pela mão de Raúl Lino, foram efectuadas obras e, em 1954, estreou A Túnica, o primeiro filme em sistema cinemascópio. A Música no Coração, recordista de permanência em exibição por 10 meses seguidos, marcou o ano de 1966, ao que se seguiram anos financeiramente mais complicados.

    Entre os anos 70 e 90, o Teatro Tivoli teve vários donos, entre eles João Ildefonso Bordallo e Emiliano Revilla. Durante estas décadas houve algumas intervenções de demolição com o objectivo de transformar o edíficio num hotel. Estas obras pararam quando, em 1997, o Tivoli foi classificado Imóvel de Interesse Público, não podendo ser demolido. Reabriu em 1999, como palco de vários programas de televisão, spots publicitários e espectáculos ocasionais. No final de 2011 a UAU, empresa produtora de espectáculos, adquiriu o Tivoli com o objectivo de o recuperar, gerir e devolve-lo aos lisboetas.

    É o único teatro português privado classificado monumento de Interesse Público, desde 2015 e foi a primeira sala portuguesa de espectáculos a ter o naming de uma empresa, com o apoio do banco BBVA. De novo inovador, o agora Teatro Tivoli BBVA ganhou nova vida e não mais parou.

    A tipologia do teatro é de cena contraposta de influência italiana, constituída por plateia, frisas, camarotes, 1º e 2º balcões, palco com 24,70m de largura por 11m de profundidade. A sua boca de cena tem 13,55mde largura por 6,95m de altura.

    Actualmente a sua capacidade é de 1149 espectadores e no que respeita à decoração na sala fazemos notar que a riqueza de detalhes diminui conforme se sobe, sendo praticamente inexistente ao nível do 2º balcão, reservado às classes mais baixas.

    Desde 2013, esta sala tem sido alvo de restauro. Salientamos que o chão em madeira é original, tendo sido retiradas as alcatifas que o cobriram durante décadas. Os forros das cadeiras também foram restaurados, recuperando o seu tom original. Estudos feitos permitiram identificar as cores originais das paredes, obra ainda em processo.

    Noutras zonas do espaço, foram construídos novos camarins, dotados das funcionalidades e do conforto necessários, uma sala de ensaios, lavandaria, novas instalações sanitárias para uso público e zonas de escritórios. Foram adquiridos novos equipamentos técnicos e de palco capazes de cumprir os requisitos de qualquer tipo de espectáculo ou evento.

    Este restauro e modernização exigiu, e exige diariamente, um esforço financeiro acrescido para gerar as receitas necessárias uma vez que estes custos, num total de 3 milhões de euros, foram assumidos pela UAU, proprietária do espaço, que contou apenas com o apoio de algumas empresas e entidades, não podendo concorrer à Lei do Mecenato.

    Existe ainda o Sótão, zona nova, totalmente reconstruída a partir de antigos arrumos. Ampla, tem capacidade para 200 a 300 pessoas em pequenos eventos volantes ou sentados. Está preparada para apresentações multimédia e pequenos espectáculos de teatro ou música. Tem um bar que assegura o serviço de cafetaria em dias de espectáculo. É perfeita para cocktails ou eventos de lançamentos de produtos. Como fundo, a antiga sala de projecção, um núcleo museológico que guarda a memória da génese deste nosso Cine Teatro Tivoli.

     

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  • Descubra a Flagship Store da Massimo Dutti

    Descubra a Flagship Store da Massimo Dutti

    Descubra a Flagship Store da Massimo Dutti

    Palacete do século XIX foi reabilitado preservando os elementos originais

    A flagship store da Massimo Dutti encontra-se no nº 193 da histórica Avenida da Liberdade e ocupa o interior de uma antiga casa senhorial de estilo neoclássico, que foi totalmente reabilitada, incluindo o exterior. O projeto de decoração interior contou com a participação de uma reconhecida equipa de profissionais – Estúdio Lázaro Rosa Violán – encarregados do projeto de interiorismo. Anoche para o desenho de iluminação e Jesús Moraime para o projeto de Paisagismo.

    A loja dispõe de três pisos abertos ao público que acolhem as diferentes coleções da Massimo Dutti. Na cave encontra-se uma parte da Coleção Women, a nova coleção de perfumaria Massimo Dutti Scents Collection, que ocupa uma sala na antiga cozinha da casa; existe uma zona de provadores precedida por uma saleta para aguardar e descansar. O piso 0 ou piso térreo está destinado a acolher por completo a Coleção Women, enquanto o piso 1 albergará a Coleção Men; o piso 1 dispõe de uma área específica para a Coleção Vestir e Personal Tailoring. Neste mesmo piso existe ainda uma zona para acessórios, na antiga torre da casa e uma magnífica livraria na área das caixas. A livraria está vocacionada para a exposição e venda de uma coleção de livros criteriosamente escolhidos, editados pela prestigiada editora alemã Taschen, sobre moda, design e fotografia.

    Um edifício do séc XIX classificado como Monumento de Interesse Público

    O edifício em questão está situado num lote de gaveto entre a Avenida da Liberdade e a Rua Barata Salgueiro. Construído num estilo tardo-romântico, este palacete apresenta elementos construtivos de inspiração nas beaux-arts, nomeadamente no detalhe das peças em ferro e aço e na originalidade da sua decoração interior. De planta retangular, o palacete é composto por 4 pisos e um torreão. Ainda que não exista um registo preciso sobre os usos do espaço interior, pode-se afirmar com alguma segurança que o piso de cave, que se encontra pouco abaixo da cota da Avenida da Liberdade, destinava-se aos espaços de serviços, o piso térreo e o primeiro piso eram os espaços mais nobres, destinados às atividades de lazer (sala de estar, jantar, biblioteca, etc.) e aos quartos de dormir, e o piso em mansarda seria destinado aos aposentos dos criados. A cobertura é revestida de telhas negras afrancesadas. O edifício desenvolve-se de acordo com as boas práticas da época, sendo o piso térreo sobrelevado cerca de meio piso, e ao longo dos anos sujeito a algumas alterações, nomeadamente ao nível da fachada principal e no torreão.

    Com a recente intervenção, o edifício foi alvo de reformulações interiores de pequena escala. Até à data da intervenção, o edifício encontrava-se devoluto e com a Intervenção da Massimo Dutti o imóvel foi valorizado. Todas as intervenções realizadas visaram ser reversíveis, podendo, em qualquer momento, devolver o edifício ao estado original antes da intervenção. Foi construído um novo volume com uma localização que se considera de menor impacto junto à fachada lateral sul. Trata-se de um volume constituído por escadas e elevador de acesso entre os pisos -1 e o piso 1, garantindo condições para satisfazer os requisitos de segurança contra incêndios e acessibilidades para pessoas de mobilidade reduzida. O objetivo principal é reabilitar o edifício, tornando-o mais apelativo e impedir a continuação da degradação do património, dando uso ao edificado, requalificando a cidade de Lisboa e protegendo o património português.

    A luz enquanto elemento funcional e estético

    Tendo em conta as características especiais do edifício a reabilitar, a Massimo Dutti entregou o projeto de iluminação ao famoso estúdio, Anoche Iluminación Arquitectónica. O projeto desenvolveu-se em diferentes etapas e zonas, tendo em conta o trabalho com a equipa de arquitetura da Massimo Dutti, a equipa de design de interiores e de paisagismo.

    A equipa de Anoche concebeu um projeto de iluminação para manter o edifício totalmente iluminado após o encerramento da loja ao público. O objetivo principal é manter um caráter residencial e o ambiente acolhedor e quente de um lar. Todo o projeto de iluminação cumpre os princípios de eficiência impostos pela Massimo Dutti que, além de satisfazerem as necessidades visuais e criarem ambientes saudáveis, seguros e confortáveis, utilizam os recursos tecnológicos mais adequados.

    Preservando a imagem de edifício histórico, a equipa de Anoche pretendeu criar uma iluminação adequada às necessidades comerciais da marca, mantendo o caráter residencial e o ambiente acolhedor. Assim, proporcionar uma iluminação direta dos produtos através de um tipo de luz funcional foi a principal prioridade. Para o efeito, estudaram-se as técnicas de iluminação para selecionar a que melhor realçava os produtos. O resultado é uma luz direta, que proporciona o máximo conforto e eficiência. Para iluminar o ambiente, a equipa optou por colocar pontos de luz decorativos em locais estratégicos das diferentes divisões. O resultado final é a integração total das necessidades estéticas e funcionais exigidas.

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  • Massimo Dutti

    Massimo Dutti

  • Tony Miranda apresenta o conceito Private Clients

    Tony Miranda apresenta o conceito Private Clients

    Tony Miranda apresenta o conceito Private Clients

    Concebido para dar cor aos sonhos, este Espaço Privado situa-se no centro de Lisboa, na Avenida da Liberdade, nº 92/100 – 2º e 3º Piso, no Edifício com o mesmo nome do seu criador.

    É neste local por excelência, que se recebe ao mais alto nível os clientes que procuram peças diferentes, onde o design e a exclusividade se casam com o luxo. A complexidade do simples, do elegante, distingue as peças de alta costura, com a assinatura do criador Tony Miranda, tanto para homem como para senhora. A seleção criteriosa dos materiais e o estudo da nomenclatura de cada corpo, fazem deste local um exemplar único do culto da imagem, dos projetos e da intemporalidade das ideias.

    Os Fatos de Luxo, tanto para homem, na Alfaiataria, como para senhora, na molage, são selecionados, primeiro na forma e em seguida no seu conteúdo. Simbiose perfeita da silhueta/matéria-prima onde o criador não descuida nenhum detalhe. O tecido é selecionado criteriosamente para cada cliente, sendo exclusivo ou em série limitada, dependendo do objetivo a atingir.

    Todos os pormenores de design são analisados dependendo da nomenclatura do corpo do cliente sendo proposto um trabalho efetuado por etapas onde cada acessório marca pela diferença e pela exclusividade.

    Linha Couture

    Dispõe ainda de uma coleção “Pret-a-Porter” DeLuxo, executada em série limitada, para homem e senhora, sendo que a mesma é adaptada ao momento, para o corpo de cada cliente, pela equipa de alfaiataria e costura do Atelier Tony Miranda.

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  • Tony Miranda

    Tony Miranda

  • Boutique Omega

    Boutique Omega